Especial de Futebol #2 - Blue Lock
Olá, jovem navegante! Você chegou na Reverse Mountain! Eu sou Júlio, assistente do Crocus, e você chegou no começo da Grand Line e da grande rota da cultura otaku!
Na review de hoje eu vou fazer uma comparação entre o mangá e o animê de Blue Lock. Para fazer isso, eu vi todo o animê de Blue Lock e li todo o mangá que foi lançado aqui no Brasil, que é até o volume 12, o animê cobre até o volume 11.
Aviso que essa resenha vai ter spoilers, então daqui pra frente é da sua conta e risco. Estamos avisados.
O animê engloba dois principais arcos, o primeiro é a primeira seletiva e o segundo a segunda seletiva. Com direito a mudança de abertura e encerramento. Na primeira, são formados times de 11 jogadores, onde todos os atacantes têm que jogar em posições que não estão acostumados. E então o time do principal, Isagi Yoichi consegue passar em segundo lugar. Nessa parte, os jogadores da Blue Lock descobrem suas armas e transformarem 0 em 1. E depois começa a segunda seletiva.
Na segunda, começa com um teste individual, em que o jogador tem que marcar muitos gols. Nesse ponto, o Isagi descobre sua segunda arma, o tiro certeiro, ou chute direto, que ele usa muito daqui pra frente. Acabada esta primeira parte, eles têm que formar times de 3, ele então sai esperando encontrar seus antigos companheiros, Kunigami, Chigiri e Bachira para formar um time. Logo sai o Bachira e Nagi, o melhor jogador da equipe mais forte da chave deles, convida o Isagi, então eles formam o time Nagi, Isagi e Bachira. O time que ganhar rouba um jogador do outro time e avança de fase, enquanto que o outro time volta uma etapa. Eles decidem, então, enfrentar o time mais forte que é formado pelo top 3, os 3 primeiros a passar da etapa inicial desta fase. O time vai subindo e descendo.
Até que a última partida é de 4x4 contra o time do top 3 de novo, e acaba que eles perdem e o Isagi vai pro time do top 3. Depois disso, eles jogam contra 5 jogadores muito habilidosos internacionais, e depois disso, eles passam de fase e o Ego, a cabeça por trás do Blue Lock, avisa que eles vão jogar contra a seleção sub-20 do Japão e o destino do Blue Lock está em jogo. Então o animê para por aí.
O mangá não fica para trás do animê, as cenas são muito parecidas e a emoção é de fato passada para o leitor. Eu vi primeiro o animê, mas curti tanto quanto o mangá. As cenas e descobertas do Isagi, o desenvolvimento das armas e reações químicas, tudo é muito incrível.
A competição acirrada na Blue Lock é muito bem feita, e você de fato se afeiçoa pelos personagens, eu gosto muito do Nagi e do Barou, são meus personagens preferidos. Mas o Isagi também é muito maneiro.
As armas do Yoichi, pós segunda fase, são o tiro direto, a noção espacial e a movimentação sem a bola para o ponto cego do adversário. Confesso que eu joguei bola recentemente e uma vez eu tentei imitar a movimentação sem a bola, (Risos) não sei o quão efetivo foi, mas dá muita vontade de tentar de novo.
Novamente, repito, esse mangá é muito mais do que um simples animê de futebol, parece um digno animê de ação, com cenas eletrizantes, e animação do animê perfeita.
Super recomendo, acompanhar o mangá e o animê, pois são duas obras sensacionais. Eu, como sempre prefiro mangá, ou na maioria das vezes, gostei bastante dessa mídia da série. Se for acompanhar, acredito que não vai se arrepender.
Eu fico por aqui, até a próxima, te vejo por aí, na Grand Line!
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