Review #6 - Sangatsu no Lion

 Olá, jovem navegante! Você chegou a Reverse Mountain, o começo da Grand Line e da grande rota da cultura otaku.


Hoje é uma review mais como uma primeira impressão do meu primeiro contato com a obra Sangatsu no Lion, publicado no Brasil pela JBC, de autoria de Chika Uminu.


E sobre o que se trata essa obra?


Nos é apresentado Rei Kiriyama, um jovem que perdeu a família e é profissional em shogi, uma espécie de xadrez japonês. Mas por acaso, ele conhece uma família, formada por três irmãs e o avô e boa parte da história é ele interagindo com essa família ou jogando shogi.


O bacana é que não é descrito o jogo muito detalhadamente nem é mostrado muito o tabuleiro, só há a indicação que os personagens estão jogando e no final se tem um vencedor. O que é bom, pra mim, que não entendo nada de shogi, creio que seja melhor não ter que ler sobre detalhes de jogadas de um jogo que eu não tenho ideia de como funciona.


Além disso, entre os capítulos tem um profissional de shogi que explica como funcionam algumas coisas, além dos rankings dos kishi, os jogadores profissionais de shogi. Resumindo muito, tem 10 categorias, ou dan, além de mais uma categoria inferior a este sistema.


É uma história com muito texto. Eu sou mais apreciador de telas mais contemplativas com poucas falas, creio que muita informação amontoada atrapalha um pouco, mas aí já é de cada um.


Eu não sei dizer se é shonen mesmo, eu realmente estou meio na dúvida, matei a dúvida e descobri que é seinen. Pelo visto deve ficar mais pesado então.


Obra legal, mas senti o sentimento que mais detesto quando estou lendo um mangá. Essa sensação é: “Acaba logo esse mangá!” Não foi muito forte esse sentimento, só uma pequena pontada.


Eu particularmente não fui muito atraído pela obra, mas seria interessante ver o que mais ela oferece, mas eu não pretendo acompanhar esta série.


Avaliação geral, é uma história que tem como background o shogi, mas não sei ao certo se é o tema principal, creio que seja a relação entre as irmãs e o protagonista. Parece ter muitas possibilidades de áreas para explorar, achei interessante, mas não a ponto de me fazer querer acompanhar, entretém mas não causa impacto, pelo menos não em mim, que faça pensar, "que obra incrível", mas sim: "É um mangá ok."



Segue o vídeo: LINK


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